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Sementes de Mamão Papaia Anão Indiano - Miniatura

Sementes de Mamão Papaia...

Preço 3,00 € SKU: V 22 M
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<h2><strong>Sementes de Mamão Papaia Anão Indiano - Miniatura</strong></h2> <h2><strong><span style="color:#ff0000;">Preço para o pacote de 10 ou 100 sementes.</span></strong></h2> <div><strong>A Mamão Papaia Anão é um papaio de rápido crescimento que só atinge 170 cm a 200 cm, mas tem frutos tão grandes quanto 1 kg em 6-8 meses a partir da semente.</strong></div> <div></div> <div>Mamão papaia: planta medicinal com efeito antioxidante, digestivo, nutritivo e muito utilizado nas dietas, devido ao seu baixo valor calórico e alto valor nutricional. Seu uso interno é através da culinária, xaropes, infusões, macerações, entre outros.  Seu uso externo é através do uso da polpa do fruto e do sulco das folhas empregada diretamente na pele.</div> <div>Nomes</div> <div>Nome em português: Mamão, papaia, ababaia, mamoeiro, papaeira, mamão-papaia, mamãozinho, mamão-do-amazonas, pinoguaçu, cárica</div> <div>Nome latim: Carica papaya</div> <div>Nome inglês:  papaya</div> <div>Nome francês: papaye</div> <div>Nome alemão: Papaya</div> <div>Nome italiano: papaia</div> <div>Nome espanhol: papayo, papaya, marmón, mamén, arbol de melón, zapote</div> <div>Família</div> <div>Caricaceae</div> <div>Constituintes</div> <div>Papaína, Carpaína, ácido cítrico, ácido hidrocianico, ácido málico, mucilagem, Betacarotenos, resina, serotonina, rico em sais minerais como cálcio, fósforo, ferro, sódio e potássio; vitamina A, vitamina C.</div> <div>Partes utilizadas</div> <div>Folhas, raízes, flores, seiva do fruto e folhas, frutos.</div> <div>Efeitos do papaia</div> <div>- Fruto: antiinflamatório, antioxidante, nutritivo, digestivo, diurético, emoliente, laxante, refrescante, oxidante, antiinflamatório.</div> <div>- Látex: anti-helmíntico, combate as falsas membranas da garganta, calos, verrugas, vermífugo, cicatrizante.</div> <div>- Flores do mamoeiro macho: expectorante e antiinflamatório</div> <div>- Sementes: vermífugo, efeitos anticancerígenos, se mastigadas favorecem excreção da bile, atuam contra enfermidades do fígado, e ‘limpam’ o estômago.</div> <div>- Raízes: hemorragias renais, anti-helmínticas.</div> <div>- Folhas: digestivo, vermífugo.</div> <div>Indicações do papaia</div> <div>Vermes, reumatismo, indigestão, prisão de ventre, diabete, rouquidão, tosse, bronquite, traqueíte, laringite, asma, icterícia, enfermidades do peito, angina, doenças degenerativa, gastroenterites, colites, constipação, cólon irritável, gastrite, entre outras doenças digestivas, eczemas, verrugas, úlceras, chagas,  prevenção de doenças degenerativas mentais e físicas.</div> <div>Efeitos secundários</div> <div>Seu látex pode causar dermatite. </div> <div>Contra-indicações</div> <div>Algumas substâncias contidas no mamão podem suprimir os efeitos do hormônio progesterona na mulher, ocasionando abortos.  Por este motivo não é recomendado o consumo por mulheres grávidas. Pessoas com sensibilidade ao látex devem evitar consumir mamão e produtos produzidos com mamão.</div> <div>Interações</div> <div>Desconhecida.</div> <div>Toxicidade</div> <div>Não tóxico.</div> <div>Preparações à base de mamão papaia</div> <div>Uso interno</div> <div>- poupa secada em cozimento.</div> <div>- preparado de papaia fermentada.</div> <div>- xarope e suco da polpa da fruta madura.</div> <div>- látex diluído em água.</div> <div>- infusão e xarope das flores do mamoeiro macho.</div> <div>- sementes pulverizadas ou apenas para mastigar.</div> <div>- raízes e folhas em decocção.</div> <div>- chá das folhas do mamoeiro.</div> <div>- folhas secas e moídas.</div> <div>Uso externo</div> <div>- cataplasma com a polpa do mamão</div> <div>- sulco das folhas.</div> <div>- Esfregaço da polpa na pele.</div> <div>Onde cresce o papaia?</div> <div>O mamoeiro, árvore do papaia, chega a alcançar até 10 metros de altura. É constituído de um único tronco delgado e reto (verde quando é jovem e bege quando é adulto). As suas grandes folhas dentadas (com uma nervura notável) pendem do tronco graças a uma haste tubular que mede de 50 cm a um metro.</div> <div>Cultiva-se o papaia nos climas tropicais de todo o mundo. Seus maiores exportadores são: Brasil, México, Tailândia e Quênia.</div> <div>Quando colher o papaia?</div> <div>Os melhores frutos são dos pés femininos, cujas flores, brancas também mas bem maiores que as outras, se apóiam em pedúnculos curtos formados nas axilas das folhas. Para poder gerar frutos, é necessário que os pés femininos sejam acompanhados da presença de mamoeiros-macho em uma proporção de 10%, para que ocorra a fecundação. Após esse processo, o mamão irá completar a maturação de 4 a 6 meses após a abertura da flor, e os frutos devem ser colhidos antes da maturação total.</div> <div>Devido à produção em países com ciclos diferentes, o papaia encontra-se disponível durante todo o ano, mas no Brasil por exemplo seu período de colheita é entre abril e julho.</div> <div>Observações</div> <div>O mamão é originário da América tropical, onde era cultivado antes da chegada dos espanhóis. Os índios enrolavam a carne nas folhas do mamoeiro afim de obter uma carne mais macia. Quando o fruto está verde, ele deve ser embrulhado em jornal e mantido em lugar freso e escuro. Ao riscar o fruto longitudinalmente, a maturação do fruto acontece mais rapidamente, uma vez que as incisões eliminam em grande porção o látex contido na fruta, entretanto, essa técnica pode alterar o sabor da fruta, pois o látex contém substâncias nutritivas que ajudam a melhorar o sabor da fruta. Uma vez maduro, o papaia, pode ser conservado na geladeira de 2 a 3 semanas.</div> <div>Nos dias de hoje, o papaia destaca-se pela riqueza em vitamina C, que ultrapassa em 10 vezes a quantidade presente na laranja. Além disso, outra característica importante é a presença de enzimas conhecidas como papaína e da carpaína. A Papaína é uma enzima digestiva reconhecida como superior a pepsina, que encontramos em nosso estômago, uma vez que tem ação não só em meio ácido, mas neutro ou alcalino também. É utilizada para prestar alívio nos casos de indigestão aguda e como antiinflamatório. Já a carpaína,é um alcalóide que, em conjunto com a papaína, atua sobre o líquido biliar, facilitando a digestão da carne e outros alimentos pesados, melhorando o processo de digestão.</div> <div> <table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"><tbody><tr><td colspan="2" width="100%" valign="top"> <p><span><strong>Sowing Instructions</strong></span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Propagation:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Seeds / Cuttings</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Pretreat:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Stratification:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>all year round</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Depth:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>0.5 cm</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Mix:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Coir or sowing mix + sand or perlite</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Germination temperature:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>about 25-28 ° C</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Location:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>bright + keep constantly moist not wet</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Germination Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>2-4 Weeks</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Watering:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>regular watering during the growth period + dry between waterings</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong> </strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><br /><span><em>Copyright © 2012 Seeds Gallery - Saatgut Galerie - Galerija semena. All Rights Reserved.</em></span></p> </td> </tr></tbody></table></div>
V 22 M
Sementes de Mamão Papaia Anão Indiano - Miniatura

Sementes de Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) 3.5 - 1

Sementes de Cana-de-açúcar...

Preço 3,50 € SKU: MHS 11
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<h2><strong>Sementes de Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)</strong></h2> <h2><span style="color:#ff0000;"><strong>Preço por pacote de 10 sementes.</strong></span></h2> <p>Cana-de-açúcar é um grupo de espécies de gramíneas perenes altas do gênero Saccharum, tribo Andropogoneae, nativas das regiões tropicais do sul da Ásia e da Melanésia e utilizadas principalmente para a produção de açúcar e etanol. Tem caules robustos, fibrosos e articulados que são ricos em sacarose. A planta tem entre dois e seis metros de altura. Todas as espécies de cana-de-açúcar mestiças e as principais cultivares comerciais são híbridos complexos. A cana pertence à família Poaceae, uma família de plantas economicamente importantes, como milho, trigo, arroz e sorgo e muitas culturas forrageiras.</p> <p>A sacarose, extraída e purificada em fábricas especializadas, é utilizada como matéria-prima na indústria de alimentos humanos ou é fermentada para produzir etanol, que é produzido em escala pela indústria da cana do Brasil. A planta representa a maior colheita do mundo em quantidade de produção.[2] Em 2012, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) estimou que foi cultivado em cerca de 26,0 milhões de hectares de cana, em mais de 90 países, com uma colheita mundial de 1,83 bilhões de toneladas. O Brasil foi o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. Os próximos cinco maiores produtores foram Índia, China, Tailândia, Paquistão e México.</p> <p>A demanda mundial de açúcar é o principal condutor do cultivo de cana. A planta é responsável por 80% do açúcar produzido; a maior parte do restante é feito a partir da beterraba. A cana cresce predominantemente nas regiões tropicais e subtropicais (a beterraba cresce em regiões temperadas). Com exceção do açúcar, os produtos derivados da cana incluem melaço, rum, cachaça (bebida tradicional do Brasil), bagaço e etanol. Em algumas regiões, as pessoas usam palhetas de cana para fazer canetas, tapetes, telas e palha. A inflorescência de plantas jovens é consumida crua, cozida no vapor ou torrada, e preparado de várias maneiras em determinadas comunidades insulares da Indonésia.</p> <p>Os persas, seguidos pelos gregos, descobriu os famosos "juncos que produzem mel sem abelhas" na Índia entre os séculos VI e IV a.C. Eles adotaram e depois se espalharam a agricultura da cana pelo mundo.[4] Os comerciantes começaram a negociar açúcar da Índia, que era considerado uma especiaria luxuosa e cara. No século XVIII, plantações de cana começaram a ser cultivadas no Caribe, América do Sul, Oceano Índico e nações insulares do Pacífico e a necessidade de trabalhadores para a sua produção tornou-se um dos principais motores de grandes migrações humanas, incluindo trabalho escravo[5] e servos contratados.</p> <p> </p> <p><strong>História</strong></p> <p>A cana de açúcar é originária das regiões tropicais do Sul e do Sudeste da Ásia.[8] Diferentes espécies provavelmente tiveram origem em locais diferentes, sendo a Saccharum barberi originária da Índia e a S. officinarum na Nova Guiné.[8] Teoriza-se que a cana foi domesticada pela primeira vez como um cultura agrícola na Nova Guiné, cerca de 6000 a.C.[9] Novos agricultores guineenses e outros cultivadores primitivos de cana mastigavam a planta pelo seu suco doce. Os primeiros agricultores no sudeste da Ásia e em outros lugares também podem ter fervido o suco, transformando-o em uma massa viscosa para facilitar o transporte, mas a primeira produção conhecida de açúcar cristalino começou no norte da Índia. A data exata da primeira produção de açúcar de cana não é clara. Os primeiros indícios de produção de açúcar vem de antigos textos em sânscrito e pali.[10]</p> <p>Por volta do século VIII, comerciantes árabes introduziram o açúcar do Sul da Ásia em outras partes do Califado Abássida no Mediterrâneo, Mesopotâmia, Egito, África do Norte e Andaluzia. Até o século X, fontes afirmam que não havia nenhuma aldeia na Mesopotâmia em que não crescia cana.[7] Foi entre as primeiras culturas trazidas para a América pelos espanhóis, principalmente de seus campos nas Ilhas Canárias, e pelos portugueses, de seus campos na Madeira.</p> <p>Cristóvão Colombo foi o primeiro a trazer a cana para o Caribe durante a sua segunda viagem para a América; inicialmente para a ilha de Hispaniola (hoje Haiti e República Dominicana). Nos tempos coloniais, o açúcar formou um dos lados do Comércio Triangular de matérias-primas do Novo Mundo, juntamente com produtos manufaturados europeus e escravos africanos. O açúcar (muitas vezes na forma de melaço) era enviado do Caribe para a Europa ou Nova Inglaterra, onde ele era usado para fazer rum. Os lucros da venda do açúcar eram então usados para comprar bens manufaturados, que então eram enviados para a África Ocidental, onde eram trocados por escravos, que por sua vez eram então trazidos de volta para o Caribe, onde seriam vendidos para os senhores de engenho. Os lucros da venda dos escravos eram então usados para comprar mais açúcar, que era enviado para a Europa, alimentando o ciclo.</p> <p>No Império Britânico, os escravos foram libertados depois de 1833 e muitos deixariam de trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar quando quiseram. O proprietários britânicos de plantações de cana-de-açúcar, portanto, passaram a precisar de novos trabalhadores e encontraram mão-de-obra barata na China, Portugal e Índia.[11][12] As pessoas eram sujeitas a escritura, uma forma de longa contrato que os ligava ao trabalho forçado por um período fixo; além do termo de servidão, isto se assemelhava a escravidão.[13] Os primeiros navios de transporte de trabalhadores contratados da Índia partiu em 1836.[14] As migrações para cultivar plantações de cana levaram a um número significativo de indianos, chineses e asiáticos em geral para várias partes do mundo.[15] Em algumas ilhas e países, os migrantes do sul da Ásia agora constituem entre 10% a 50% da população. Os canaviais e grupos étnicos asiáticos continuam a prosperar em países como Fiji, Natal, Burma, Sri Lanka, Malásia, Guiana, Jamaica, Trinidad, Martinica, Guiana Francesa, Guadalupe, Granada, Santa Lúcia, São Vicente, São Cristóvão, Saint Croix, Suriname, Nevis e Ilhas Maurício.</p> <p> </p> <p><strong>Brasil</strong></p> <p>A cana-de-açúcar foi introduzida no Brasil no início do século XVI, quando foi iniciada a instalação de engenhos de açúcar, a primeira indústria implantada na nova possessão de Portugal, que em pouco tempo substituiu a indústria extrativa do pau-brasil.</p> <p>Foi a base da economia do nordeste brasileiro, na época dos engenhos. A principal força de trabalho empregada foi a da mão-de-obra escravizada, primeiramente indígena e em seguida majoritariamente de origem africana, sendo utilizada até o fim do século XIX. Os regimes de trabalho eram muito forçados. Esses trabalhadores, na ocasião da colheita, chegavam a trabalhar até 18 horas diárias. Com a mudança da economia brasileira para a monocultura do café, esses trabalhadores foram deslocados gradativamente dos engenhos para as grandes fazendas cafeeiras. Com o tempo, a economia dos engenhos entrou em decadência, sendo praticamente substituída pelas usinas. O termo engenho hoje em dia é usado para as propriedades que plantam cana-de-açúcar e a vendem, para ser processada nas usinas e transformada em produtos derivados.</p> <p> </p> <p><strong>Processamento</strong></p> <p>A cana colhida é processada com a retirada do colmo (caule), que é esmagado, liberando o caldo que é concentrado por fervura, resultando no xarope, a partir do qual o açúcar é cristalizado, tendo como subproduto o melaço ou mel final. O colmo é, às vezes, consumido in natura (mastigado), ou então usado para fazer caldo de cana e rapadura. O caldo também pode ser utilizado na produção de etanol, através de processo fermentativo, além de bebidas como cachaça ou rum e outras bebidas alcoólicas, enquanto as fibras, principais componentes do bagaço, podem ser usadas como matéria-prima para produção de energia elétrica, através de queima e produção de vapor em caldeiras que tocam turbinas, e etanol, através de hidrólise enzimática ou por outros processos que transformam a celulose em açúcares fermentáveis.</p> <p>Praticamente todos os resíduos da agroindústria canavieira são reaproveitados. A torta de filtro, formada pelo lodo advindo da clarificação do caldo e bagacilho, é muito rica em fósforo e é utilizada como adubo para a lavoura de cana-de-açúcar. A vinhaça, um subproduto da produção de álcool, contém elevados teores de potássio, água e outros nutrientes, sendo utilizada para irrigar e fertilizar o campo. Pode também ser utilizada como biomassa para produção de biogás (composto basicamente de metano e gás carbônico).</p> <p> </p> <p><strong>Produção</strong></p> <p>O Brasil é, hoje, o principal produtor de cana-de-açúcar do mundo.[2] Seus produtos são largamente utilizados na produção de açúcar, álcool combustível e, mais recentemente, biodiesel. A cana-de-açúcar foi a base econômica de Cuba, quando tinha toda a sua produção com venda garantida para a União Soviética a preços artificialmente altos. Com o colapso do regime socialista soviético, a produção de cana cubana tornou-se inviável.</p> <p>A cana-de-açúcar também é o principal produto de exportação em países do Caribe como a Jamaica, Barbados etc. Com a suspensão de preferências europeias à cana caribenha em 2008, espera-se um colapso semelhante na indústria canavieira caribenha. Vários países da África austral, principalmente a África do Sul, Moçambique e a ilha Maurício, são igualmente importantes produtores de açúcar.</p> <p>Uma tonelada de cana-de-açúcar produz 80 litros de etanol, sendo que um hectare de terra produz 88 toneladas de cana-de-açúcar. No total, são produzidos 7 040 litros de etanol por hectare. A Organização das Nações Unidas relata[2] que, em 2010, o valor da produção brasileira foi de aproximadamente 23 bilhões de dólares dos Estados Unidos, seguido da produção indiana, superior a 8 bilhões de dólares dos Estados Unidos.</p> <p> </p> <p><strong>Brasil</strong></p> <p>Regiões produtoras de cana-de-açúcar no território brasileiro (em vermelho)</p> <p>O setor sucroalcooleiro brasileiro despertou o interesse de diversos países, principalmente pelo baixo custo de produção de açúcar e álcool. Este último tem sido cada vez mais importado por nações de primeiro mundo que visam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e a dependência de combustíveis fósseis. Todavia, o baixo custo é conseguido por vezes pelo emprego de mão de obra assalariada de baixíssima remuneração e, em alguns casos, há até seu uso com características de escravidão por dívida.</p> <p>No Brasil, a agroindústria da cana-de-açúcar tem adotado políticas de preservação ambiental que são exemplos mundiais na agricultura,[carece de fontes] embora, nessas políticas, não estejam contemplados os problemas decorrentes da expansão acelerada sobre vastas regiões e o prejuízo decorrente da substituição da agricultura variada de pequenas propriedades pela monocultura. Já existem diversas usinas brasileiras que comercializam crédito de carbono, dada sua eficiência ambiental.</p> <p>As queimadas também têm diminuído devido ao aumento de denúncias e endurecimento da fiscalização, embora muitas dessas denúncias terminem sem uma penalização formal. Em cidades como Ribeirão Preto, Araraquara, Barretos, Franca, Jaboticabal e Ituverava, as multas e advertências a usinas e produtores que queimam seus canaviais cresceram 27% em 2009 em relação a 2008, segundo levantamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.</p> <p>Para renovação do cultivo, algumas indústrias canavieiras fazem, a cada quatro ou cinco anos, plantios de leguminosas (soja) que recuperam o solo pela fixação de nitrogênio. Quanto aos problemas advindos da queima controlada na época do corte, existe já um movimento em direção à mecanização da colheita que aumenta de ano para ano, além de rigorosos protocolos que prevem o fim da queima até o ano de 2014.</p> <p> </p> <p><strong>Formação de preços</strong></p> <p>O preço da cana-de-açúcar não é mais determinado pelo governo desde a safra 1998/99. Diante disso, surgiram entidades com o intuito de organizar o setor que se encontrava durante décadas sob a intervenção estatal.</p> <p>No Estado de São Paulo, constituiu-se um grupo formado por representantes dos produtores de cana (representados pela Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil - ORPLANA) e industriais (representados pela União da Agroindústria do Açúcar e do Álcool do Estado de São Paulo - UNICA) com o objetivo de desenvolver um novo sistema para a remuneração da cana-de-açúcar, surgindo o Conselho de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool de São Paulo (CONSECANA).</p> <p>O modelo atual de pagamento de cana é denominado Sistema de Remuneração da Tonelada de Cana pela Qualidade/CONSECANA, e considera, para efeito de determinação do valor da tonelada da cana-de-açúcar, a quantidade de Açúcar Total Recuperável (ATR).</p> <p>O preço do quilograma do ATR é determinado (pelo CONSECANA) em função:</p> <p>do preço do açúcar, nos mercados interno estadual e externo;</p> <p>do preço do álcool anidro e hidratado;</p> <p>do "mix" de produção de cada unidade industrial (a quantidade produzida de açúcar e álcool pela unidade); e</p> <p>da participação da matéria-prima nos custos de produção do açúcar e do álcool.</p> <p>Esse sistema de remuneração vem sendo criticado pelos plantadores de cana, insatisfeitos com o preço recebido das usinas.[23] Opondo-se aos plantadores, associações de indústrias sucroalcooleiras argumentam a favor da manutenção do índice.[28] Não obstante, contratos de parceria entre plantadores ou parceiros proprietários (das terras), de um lado, e indústrias, de outro lado, têm sido firmados usando esse índice como fator de remuneração/pagamento, na modalidade de "parceria fixa" (vide observações ao contrato do tipo "arrendamento rural" no artigo Arrendamento) e parceria variável (vide artigo Parceria rural).</p> <p>Eventualmente, contratos de parceria rural têm sido firmados usando outros indicadores, tais como:</p> <p>ART (Açúcar Recuperável Total);</p> <p>álcool hidratado;</p> <p>álcool anidro;</p> <p>açúcar cristal.</p> <p>A cana-de-açúcar não é negociada na Bolsa de Mercadorias e Futuros, mas sim seus derivados açúcar cristal, etanol anidro e etanol hidratado, este último tendo sido escolhido como uma das cinco commodities que compõem o Índice de Commodities Brasil (ICB).</p> <p> </p> <p><strong>Impactos socioambientais</strong></p> <p>O cultivo da cana-de-açúcar é geralmente feito de forma extensiva. As plantações ocupam vastas áreas contíguas, e é necessária uma grande área plantada para justificar e manter produtiva a cadeia industrial à sua volta e as usinas de açúcar e de etanol. No entanto, os agricultores precisam conservar intocadas as áreas ao redor de mananciais de água, topo de montanhas e aclives acentuados, além de manter um percentual mínimo de mata nativa, que varia de região a região, sendo 20% no Sudeste e até 90% na região amazônica.</p> <p>Modernamente, o cultivo e corte é realizado por grandes máquinas e tratores. A prática do corte manual, precedida pelas queimadas, praticadas anteriormente ao corte para a retirada das folhas secas e que geravam reclamações de problemas respiratórios nas cidades circundadas por essa monocultura, vem sendo gradativamente abolida.</p> <p>No estado de São Paulo (o principal estado produtor do Brasil), por exemplo, existe legislação que determina a completa substituição do corte manual pelo mecanizado até 2031 (açúcar ético). Embora tenha impacto ambiental indiscutivelmente positivo, existem argumentações contra e a favor desta medida em relação aos seus impactos sociais. Por um lado, a favor, pelo fim de uma atividade de baixa remuneração que convivia com denúncias de trabalho infantil. Por outro lado, contra, pelo fato de deixar grande parte da população em penúria ainda maior, desempregada e sem meios de subsistência.</p> <p>Em função do valor social e do grande potencial empregador de mão de obra desqualificada dessa indústria, alguns estados brasileiros, como o Mato Grosso por exemplo, continuam incentivando o cultivo da cana com a condição de que os investidores não adotem o processo mecanizado de corte e continuem a absorver grandes legiões de trabalhadores em suas atividades.</p> <p> </p> <p><strong><em>Produtos</em></strong></p> <p><strong>Alimento</strong></p> <p>Seus produtos hoje são largamente utilizados na produção de açúcar, álcool combustível, melaço (que, juntamente com as espumas e depois o caldo de cana, foram utilizados para a fabricação de cachaça) e mais recentemente, biodiesel:[17]</p> <p>Açúcar cristal: indústrias alimentícias de bebidas, massas, biscoitos e confeitos.</p> <p>Açúcar refinado granulado: produtos farmacêuticos; confeitos onde aparecem cristais; xarope de alta transparência; mistura seca.</p> <p>Açucar refinado amorfo: consumo doméstico, misturas sólidas de dissolução instantânea, bolos e confeitos, caldas transparentes e incolores.</p> <p>Açúcar refinado Graçúcar: preparo de glacês, suspiros, bolos, chantilly, etc.</p> <p>Açúcar invertido: frutas em caldas, sorvetes, balas e caramelos, licores, geléias, biscoitos, bebidas carbonadas.</p> <p>Açúcar mascavo: açúcar bruto, sem refino, contendo melaço. Excelente como fonte de energia, é consumido no estado natural.</p> <p>Açúcar demerara: açúcar granulado resultado da purgação do açúcar mascavo. Usado em caldas, bolos, caramelos, pudins, compotas e licores.</p> <p>Álcool hidratado: com 96% de álcool e 4% de água é usado como combustível para veículos automotivos.</p> <p>Álcool anidro: composto de 99,5% de álcool e 0,5% de água, é usado como aditivo de combustíveis. No Brasil é misturado na proporção de 20 a 25% na gasolina.</p> <p>Álcool bruto: combustível e produção de álcoois extra fino e neutro.</p> <p>Álcool neutro: indústrias alcooquímica, cosméticos, bebidas, farmaceuticas e tintas e vernizes.</p> <p>Cachaça/rum: bebida alcoólica também utilizada como ingrediente na confecção de doces e salgados.</p> <p>Rapadura: pode ser considerado um açúcar bruto e sólido. Usada para adoçar café, leite, etc. e também é consumida ao natural.</p> <p>Melado: é o ponto obtido quando o caldo de cana é fervido e engrossado, antes de cristalizar. Consumido puro ou misturado com queijo, biscoito, bolo, mandioca e outros. Também usado em confeitaria, bebidas e balas.</p> <p>Bagaço: combustível para caldeira, produção de celulose, alimentação de gado confinado e produção de álcool de celulose (em estudos).</p> <p>Torta de filtro: é resíduo da filtração do lodo na fabricação do açúcar e álcool durante a purificação do caldo. Usado como fertilizante.</p> <p>Vinhaça: alimentação de animais, produção de proteínas, rações, metano e usada também como adubo.</p> <p>Óleo fúsel: usado em solventes e para a extração de álcoois com diferentes graus de pureza.</p> <p>Levedura seca: ração animal.</p> <p>Melaço: produção de etanol, suplemento para forragens volumosas para gado de corte, suplemento para alimentação de porcos e cavalos, adubação orgânica, adubo foliar, cicratizar o pé de batata após chuva de granizo, pulverização do milho, confecção de molde na indústria de fundição, confecção de refratários, revestimento de forno e na massa de tijolo na indústria cerâmica, dar consistência à porcelana, fabricação de briquete em mineração, dar consistência ao papelão e à casquinha de sorvete, em pneus, em velas para filtro de água, produção de proteína, levedura para panificação e antibiótico.</p> <p> </p> <p><strong>Etanol</strong></p> <p>O etanol geralmente está disponível como um subproduto da produção de açúcar. Ele pode ser usado como uma alternativa de biocombustível à gasolina e é amplamente usado em carros no Brasil. É uma alternativa para combustíveis fósseis e pode tornar-se o produto primário de processamento de cana de açúcar, em vez de açúcar. No Brasil, a gasolina deve conter pelo menos 22% de bioetanol. Este bioetanol é proveniente de grande safra de cana produzida no território brasileiro.</p> <p>A produção de etanol a partir de cana-de-açúcar é mais eficiente energeticamente do que a partir do milho, da beterraba ou de palma/óleos vegetais, especialmente se o bagaço de cana for usado para produzir calor e energia para o processo. Além disso, se os biocombustíveis são utilizados para a produção e transporte, a entrada de energia fóssil necessária para cada unidade de energia de etanol pode ser muito baixa. A Energy Information Administration (EIA) estima que integrar a produção de açúcar a tecnologia do etanol reduz as emissões de CO² em até 90% quando comparada com a gasolina convencional.</p>
MHS 11 (10 S)
Sementes de Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) 3.5 - 1

Esta planta tem frutos gigantes

Sementes de Vitória-Régia ou Victória-Régia (Victoria amazonica) 2.25 - 11

Sementes de Vitória-Régia...

Preço 2,25 € SKU: F 78
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<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sementes de Vitória-Régia ou Victória-Régia (Victoria amazonica)</strong></span></h2> <h2><span style="color: #f40707; font-size: 14pt;"><strong>Preço para o pacote de 1 sementes.</strong></span></h2> <p><span>A vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica. Outros nomes: irupé (guarani), uapé, aguapé (tupi), aguapé-açu, jaçanã, nampé, forno-de-jaçanã, rainha-dos-lagos, milho-d'água, cará-d'água, apé, forno, forno-de-jacaré, forno-d'água, iapunaque-uaupê, iaupê-jaçanã.[1] É utilizada como folha sagrada nos rituais da cultura afro-brasileira, onde é denominada oxibata.</span></p> <p><span>Os ingleses deram-lhe o nome em homenagem à Rainha Vitória, quando o explorador alemão a serviço da Coroa Britânica Robert Hermann Schomburgk levou suas sementes para os jardins de um palácio inglês.</span></p> <p><span>O formato da sua folha lembra um forno de se fazer farinha de mandioca, o que justifica seus nomes "forno", "forno-de-jaçanã", "forno-d'água" e "forno-de-jacaré".</span></p> <p><span>Do fato de seu rizoma ser comestível, se originou o nome "cará-d'água". De suas sementes, se produz fécula, o que originou o nome "milho-d'água".</span></p> <p><span>Ela possui uma grande folha em forma de círculo, com bordas levantadas, que fica sobre a superfície da água e pode chegar a até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos, se estes forem bem distribuídos em sua superfície. Hoje, existe o controle por novas tecnologias (adubação e hormônios) através da qual é possível se controlar o tamanho das folhas, o que permite que a planta seja utilizada no paisagismo urbano, tanto em lagos quanto em espelhos d'água.</span></p> <p><strong><span>Flor</span></strong></p> <p><span>Sua flor (a floração ocorre desde o início de março até julho, mas a flor só se abre à noite) pode ser branca, lilás, roxa, rosa e até amarela, e expele uma fragrância noturna adocicada que lembra a do abricó. É chamada pelos europeus de "rosa lacustre", e mantém-se aberta até o início da manhã seguinte. No segundo dia, o da polinização, a flor é cor-de-rosa. Assim que as flores se abrem, seu forte odor atrai os besouros polinizadores (Cyclocephala castanea), que as adentram e, nelas, ficam presos. A flor pode atingir trinta centímetros de diâmetro, sendo a maior flor da América.</span></p> <p><strong><span>Raiz</span></strong></p> <p><span>O suco extraído de suas raízes é utilizado pelos índios como tintura negra para os cabelos.</span></p> <h2><span><strong>Vídeo:</strong><br /></span></h2> <h2><strong><span style="color: #ff0808;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9HI0Aq-QGXM" target="_blank" class="btn btn-default" rel="noreferrer noopener"><span style="color: #ff0808;"> How To Grow Lotus From Seeds </span></a></span></strong></h2> </body> </html>
F 78
Sementes de Vitória-Régia ou Victória-Régia (Victoria amazonica) 2.25 - 11
Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)  - 3

Sementes de Bambu Gigante...

Preço 1,95 € SKU: B 6
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<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)</strong></span></h2> <h2><span style="color: #ff0000; font-size: 14pt;"><strong>Preço para o pacote de 5 sementes.</strong></span></h2> <p>Phyllostachys bambusoides, commonly called madake, giant timber bamboo or Japanese timber bamboo, is a bamboo species in the genus Phyllostachys.</p> <p>Madake is typically known for being the most common type of bamboo used in the making of shakuhachi flutes, and is utilized in numerous Japanese, as well as Chinese, arts and crafts.</p> <p>Phyllostachys bambusoides can reach a height of 15–22 m and a diameter of 10–15 cm. The culms are dark green, quite thick and very straight. Leaves are dark green. New stalks emerge in late spring and grow quite rapidly, up to 1 meter each day. The flowering interval of this species is very long, about 120 years. This strong plant is in Asia one of the preferred bamboo for building and in the manufacture of furniture.</p> <p>This species is native to China, but it is commonly grown worldwide, especially in Japan.</p> </body> </html>
B 6 (5 S)
Sementes de Bambu Gigante Madake (Phyllostachys bambusoides)  - 3
Sementes de Rábano-Bastardo (Armoracia rusticana) Seeds Gallery - 9

Sementes de Rábano-Bastardo...

Preço 3,95 € SKU: VE 117 AR
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<h2><strong>Sementes de Rábano-Bastardo (Armoracia rusticana)</strong></h2> <h2><span style="color: #fb0000;"><strong>Preço para o pacote de 10 sementes.</strong></span></h2> <p><span>Armoracia (por vezes designada como armorácia) é o género botânico a que pertence a raiz-forte, espécie representativa do género e que é também conhecida pelo nome de rábano-bastardo, rábano-de-cavalo, rábano-picante, rábano-rústico, rábano-silvestre, rábano-silvestre-maior, rabão-silvestre, rabão-rústico, rabiça-brava, rabo-de-cavalo ou saramago-maior, cujo nome científico é Armoracia rusticana (ou Cochlearia armoracia, Armoracia lapathifolia, Nasturtium armoracia, Radicula armoracia ou Rorippa armoracia). É uma planta perene, herbácea, da família das Brassicaceae (a que também pertence o nabo, a couve e a mostarda). As folhas radicais (junto à raiz) são grandes e oblongas. As folhas caulinares são lanceoladas. Tem flores brancas, com quatro pétalas inteiras. O fruto é uma silíqua pequena, de cerca de 4 mm de comprimento.</span></p> <p><span>Segundo alguns autores, é nativa do norte temperado da Europa. Segundo outros, do Sudoeste da Ásia. Cresce até 1,5 metros de altura. As suas raízes, tuberosas e pontiagudas, são apreciadas como condimento picante e são ricas em vitamina C, mas as folhas também são comestíveis. Algumas comunidades judaicas utilizam-na ou utilizaram-na como "erva-amarga" durante a comemoração do Pessach. É também utilizado na preparação de molhos para acompanhar carne guisada, salsichas ou peixe defumado. É usado como sucedâneo do wasabi - sendo, para esse efeito, tingido com corante alimentar verde.</span></p> <p><span>A raiz, por si mesma, não tem grande sabor, contudo, quando é cortada ou ralada, algumas enzimas das células danificadas da planta desdobram sinigrina, por hidrólise, de forma a produzir alil-isotiocianato (ou óleo de mostarda) - irritante para os seios da face e para os olhos. Quando se rala a raiz-forte, esta deve ser usada imediatamente ou misturada com vinagre, já que a raiz, exposta ao ar e ao calor, escurece e perde o sabor, tornando-se asperamente amarga.</span></p> <p><span>Em Portugal é cultivada na região de Vila Nova de Milfontes, mas é amplamente utilizada no resto do mundo. Acredita-se que cerca de dois terços da produção mundial desta planta seja produzida na pequena região de Collinsville, no Illinois, Estados Unidos, que se auto-intitula "Capital Mundial da Raiz-forte", até porque se exporta daí, como produto de luxo, até para locais onde o consumo da planta é mais habitual.</span></p> <p><span>A raiz-forte contém potássio, cálcio, magnésio e fósforo, bem como óleos voláteis, como o óleo de mostarda, que tem propriedades antibióticas. Fresca, a planta tem 177,9 mg/100 g de vitamina C. A enzima peroxidase, encontrada na planta, é muito usada em biologia molecular, por exemplo, para a detecção da ligação de um antígeno a um anticorpos (ver ensaio ELISA).</span></p> <p><strong><span>História</span></strong></p> <p><span>A planta é cultivada desde a antiguidade. Catão, o Velho, discute a planta nos seus tratados sobre agricultura. Um mural em Pompeia, onde a planta está representada, sobreviveu até à actualidade. É, provavelmente, a planta que Plínio, o Velho menciona na sua Naturalis Historia, sob o nome de Armoracia, onde a recomenda pelas suas qualidades medicinais. É provável, também, que seja o rabanete silvestre referido pelos antigos gregos como raphanos agrios.</span></p> <p><span>Tanto as raízes como as folhas foram usadas em todo o mundo com intuitos medicinais durante a Idade Média, e como condimento, principalmente na Dinamarca e Alemanha. Antes do uso generalizado da pimenta e do piri-piri, a raiz-forte e a mostarda eram as únicas especiarias picantes utilizadas na Europa.</span></p> <p><span>William Turner (não o pintor, mas o botânico, 1508?-1568) menciona a planta como Red Cole no seu "Herbal" (1551-1568), mas não a refere como condimento. No "The Herball, or Generall Historie of Plantes" (1597), John Gerard descreve-a sob a designação de raphanus rusticanus, já que a planta é espontânea em diversas partes de Inglaterra. Depois de indicar as suas propriedades medicinais, este autor refere que os alemães a usavam, juntamente com vinagre, para acompanhar peixe, tal como os ingleses usavam a mostarda.</span></p> <p><span>O rábano carimbado com um pouco de vinagre colocado para o efeito, é comumente usado entre os alemães para molho de comer peixe é tal como nós usamos a mostarda para codimentar carne.[3]</span></p> <p><span>É também ainda muito usado na culinária judaica, num molho agridoce, designado como chrain, que acompanha o gefilte fish. </span><span>Existem duas variedades de chrain— chrain vermelho e chrain branco, isto é, misturado, ou não, com beterraba vermelha.</span></p> <p><span>A raiz-forte é comumente usada na preparação do falso wasabi, mesmo no Japão.</span></p> <h2><em>How to Grow Horseradish from Seed</em></h2> <p><strong>Timing</strong></p> <p>For first season harvests, start the seeds indoors in January to February and transplant out in April. The goal is to achieve large, fully established roots that can be divided and/or replanted. If time is not pressing, direct sow any time from March into summer. Optimal soil temperature: 7-23°C (45-75°F).</p> <p><strong>Starting</strong><br />Sow seeds 5mm-1cm (¼-½”) deep in well cultivated, deep soiil. Seeds will sprout in 7-25 days, depending on conditions. Thin or transplant to 20cm (8″) apart in rows 40-50cm (16-20″) apart.</p> <p><strong>Growing</strong><br />Ideal pH: 6.0-6.8. Well drained, warm soil in full sun is best. Raised beds help with both drainage and warmth. Use 1 cup of complete organic fertilizer for every 3m (10′) of row. Newly emerged leaves are edible, or should be left to mature if growing for the roots. The flower petals are also edible — flowers should be removed before they set seeds, as they will self-sow with enthusiasm.</p> <p><strong>Harvest</strong><br />For the leaves, harvest as needed, shortly after they emerge, before they become woody. For the roots, harvest November through March. The roots can also be lifted and stored for spring planting to keep the crop going from season to season.</p> <p><strong>Diseases &amp; Pests</strong><br />In our experience, insects do not cause problems for horseradish.</p> <p><strong>Companion Planting</strong><br />Horseradish is thought to repel aphids and whiteflies, blister beetles, potato beetles, and some varieties of caterpillar. Its flowers attract beneficial predatory hoverflies.</p> <h2><a href="https://www.seeds-gallery.shop/pt/inicio/sementes-de-wasabi-wasabia-japonica.html" target="_blank" title="Sementes de Wasabi você pode comprar aqui" rel="noreferrer noopener"><span style="color: #008000;"><strong>Sementes de Wasabi você pode comprar aqui</strong></span></a></h2>
VE 117 AR (10 S)
Sementes de Rábano-Bastardo (Armoracia rusticana) Seeds Gallery - 9

Variedade do Peru
Sementes de Milho Roxo Peruano Maiz Morado "Kculli" Seeds Gallery - 6

Sementes de Milho Roxo...

Preço 2,25 € SKU: VE 72
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<h2><strong>Sementes de Milho Roxo Peruano Maiz Morado "Kculli"</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0606;" class=""><strong>Preço para o pacote de 4,5g (10), 9g (20) sementes.</strong></span></h2> <p><span>As sementes são de um roxo profundo (quase preto) estirpe colorida. Um tipo antigo de milho é particularmente conhecido no Peru e em partes da América do Sul. Amadurece para uma cor roxo-negro profundo.</span></p> <p><span>Junto com seus vários usos comestíveis, este tipo de milho tem sido objeto de muita investigação pelos altos níveis de vários antioxidantes benéficos à saúde. </span></p> <p><span>Além de ser o famoso milho que serve para preparação de uma bebida muito popular.</span></p> <p><strong>- Chinca Morada -</strong></p> <p><span>Chicha morada não é fermentado. Geralmente é feita de espigas de milho roxo (maiz morado), que são cozidos com casca de abacaxi, canela e cravo. Isto dá um líquido de cor púrpura forte, que é então misturado com açúcar e limão. Esta bebida é geralmente tomada como um refresco, mas nos últimos anos muitos benefícios de saúde de milho roxo foram encontrados.</span></p> <p><span>Chicha morada é no Peru e é geralmente bebido como acompanhamento de alimentos.</span></p> <p><span>&nbsp;</span></p><script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
VE 72 (4.5g)
Sementes de Milho Roxo Peruano Maiz Morado "Kculli" Seeds Gallery - 6
Sementes de tomate HEINZ 1350  - 2

1500 Sementes de tomate...

Preço 12,95 € SKU: VT 101 (5g)
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<h2><strong>1500 Sementes de tomate HEINZ 1350</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço por pacote de 1500 (5g) sementes.</strong></span></h2> <p>Saboreie o sabor clássico do tomate adicionando esta herança à sua lista de jardinagem. Uma das primeiras variedades de sementes de tomate criadas em Heinz que foram usadas para fazer ketchup Heinz, o tomate Heinz Classic Heirloom (também conhecido como Heinz 1370) oferece sabor rico de tomate em frutas grandes (aprox. 170g) e suculentas (que amadurecem após 70 dias) ) ideal para fatiar em sanduíches ou cozinhar em molhos ou ensopados.</p> <p>As plantas (120-150 centímetros de altura) prosperam em muitas regiões e se adaptam bem ao cultivo em grandes recipientes. As plantas da Heinz Classic Heirloom produzem frutos durante toda a temporada, mas amadurecem a parte mais pesada da colheita no verão. Aposte nessas plantas vigorosas para obter os melhores resultados e a colheita mais fácil.</p><script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
VT 101 (5g)
Sementes de tomate HEINZ 1350  - 2

Variedade da Hungria
Sementes de tomate “Zomok“

Sementes de tomate Zomok...

Preço 1,60 € SKU: VT 118
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<h2 class=""><strong>Sementes de tomate Zomok Variedade da Hungria</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço para o pacote de 20 sementes.</strong></span></h2> <p>O tomate Zömök é uma variedade húngara antiga que amadurece muito cedo. Uma variedade de herança extremamente prolífica é recomendada principalmente para hortas. Os frutos estão crescendo rapidamente, arredondando para vermelho oval e pesando 50-60 g.</p> <p>E o sabor? Suave e doce, e muito suculenta. As plantas crescem até 150 cm, são robustas e de alto rendimento.</p> <p>São saborosos e mais adequados para saladas e para consumo fresco.</p><script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
VT 118 (20 S)
Sementes de tomate “Zomok“
Sementes de...

Sementes de...

Preço 2,85 € SKU: P 88 MP
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<h2 class=""><strong>Sementes de Feijão-da-flórida (Mucuna pruriens)</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Preço por pacote de 5 sementes.</strong></span></h2> <p><strong>Temos em oferta Mucuna pruriens com sementes brancas e pretas. Escolha na opção de cor a cor das sementes.</strong></p> <p>O<span> </span><b>feijão-da-flórida</b><span> </span>(<i><b>Mucuna pruriens</b></i>) é uma<span> </span>planta<span> </span>tropical da família<span> </span>Fabaceae, nativa da<span> </span>África<span> </span>e da Ásia tropical, amplamente naturalizada e cultivada.</p> <p>É uma espécie anual que chega a medir até 20 metros, e possui<span> </span>flores<span> </span>roxas ou purpúreas e<span> </span>vagens<span> </span>oblongas. É cultivada em outras regiões do planeta, inclusive no<span> </span>Brasil, como<span> </span>ornamental,<span> </span>forrageira<span> </span>e como<span> </span>adubo verde. Também é conhecida pelos nomes de feijão-cabeludo-da-índia, feijão-de-gado, feijão-mucuna,feijão-macaco, feijão-maluco, feijão-veludo e mucuna-vilosa.</p> <p>A planta é notória pela coceira extrema que produz em contato<sup id="cite_ref-ReferenceA_2-0" class="reference"><span>[</span>2<span>]</span></sup><span> </span>particularmente com as folhagens jovens e as vagens. Ela tem valor agrícola e hortícola, além de possuir uma gama de propriedades medicinais.</p> <p>Mucuna pruriens é uma leguminosa tropical nativa da África e da Ásia tropical e é amplamente naturalizada e cultivada. Nomes comuns em inglês incluem tamarindo de macaco, feijão de veludo, feijão de veludo bengali, feijão de veludo da Flórida, feijão de veludo de Maurício, feijão de veludo de Yokohama, vaca, vaca, feijão de lacuna e feijão de Lyon. A planta é conhecida pela coceira extrema que provoca em contato com a folhagem jovem e as vagens das sementes. Tem valor agrícola e hortícola e é usado na fitoterapia.</p> <p>A planta é um arbusto trepador anual com longas vinhas que podem atingir mais de 15 metros de comprimento. Quando a planta é jovem, fica quase totalmente coberta por pêlos escamosos, mas quando é mais velha fica quase totalmente sem pêlos. As folhas são triplo pinadas, ovais, ovais invertidas, em forma de losango ou amplamente ovais. Os lados das folhas costumam apresentar grandes sulcos e as pontas são pontiagudas. Em plantas jovens de M. pruriens, ambos os lados das folhas têm cabelos. As hastes dos folhetos têm dois a três milímetros de comprimento (cerca de um décimo de polegada). Folhas vizinhas adicionais estão presentes e com cerca de 5 milímetros de comprimento.</p> <p>usar</p> <p>O feijão prurido é comum como planta forrageira nos trópicos. Para isso, as plantas inteiras são ensiladas, secas como feno ou as sementes fornecidas como ração concentrada. A silagem de feijão prurido contém 11 a 23% de proteína bruta e 35 a 40% de fibra bruta, os grãos secos de 20 a 35% de proteína bruta e menos de 5% de fibra bruta. Também é usado como planta medicinal. As sementes são usadas em pacientes com Parkinson por causa de seu conteúdo de L-Dopa.</p> <p>As sementes também são processadas industrialmente para esse fim.</p> <p>Os grãos de prurido torrados podem servir como substituto alimentar do café. Brotos ou feijões frescos também podem ser comidos cozidos. Para isso, as partes da planta devem ferver por pelo menos 30 minutos e embebidas em água 48 horas antes, caso contrário, são tóxicas para o homem. Não processado, o feijão também é tóxico para animais não ruminantes. Nas formas silvestres (todas as variedades exceto M. p. Var. Utilis), os pelos das plantas contêm mucunaína, que irrita a pele e causa coceira muito desagradável. Por esta razão, eles também são usados ​​para pós para coceira comercial, entre outras coisas.</p> <p>Diz-se que a medicina ayurvédica tem efeitos afrodisíacos. Também é dito que tem efeitos alucinogênicos, então partes da planta são ocasionalmente adicionadas à Ayahuasca - uma bebida intoxicante que contém DMT e um inibidor da monoamina oxidase.</p> <p>Um estudo analisou 60 homens inférteis que sofriam de estresse psicológico. Durante o exame, eles tomaram o feijão pruriginoso Mucuna pruriens e tiveram uma sensação de estresse visivelmente menor e mais esperma do que antes. A ingestão estimulou o sistema de defesa antioxidante e melhorou o controle do estresse.</p> <script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
VE 178 B (5 S)
Sementes de Feijão-da-flórida (Mucuna pruriens)

Variedade da Bósnia e Herzegovina

Esta planta tem frutos gigantes
Sementes de Ameixa Gigante...

Sementes de Ameixa Gigante...

Preço 2,55 € SKU: V 197 BS
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<h2><strong>Sementes de Ameixa Gigante da Bósnia (Prunus domestica)</strong></h2> <h2><span style="color: #ff0000;" class=""><strong>Preço para o pacote de 5 (6,5g) sementes.</strong></span></h2> <p>Esta variedade é originária da Bósnia e muito resistente a doenças. Encontramos esta ameixa por acaso no quintal de um fazendeiro e ficamos imediatamente maravilhados com o tamanho e o sabor dessa variedade.</p> <p>Infelizmente o proprietário não sabia o nome da variedade, só sabia nos dizer que esta variedade de ameixa foi plantada pelo seu bisavô e que desde então esta ameixa tem sido guardada e plantada regularmente para que esta variedade se espalhe e preserva o máximo possível.</p> <p>Perguntamos a ele como essa ameixa tolera o inverno e as baixas temperaturas, e ele respondeu que a temperatura em sua aldeia cai para 24 graus Celsius negativos, e isso não era problema para esta ameixa.</p> <p>Os frutos são muito grandes e pesam em média 70 a 85 gramas por fruta.</p> <p>Ameixeira, ameixoeira ou ameixieira são os nomes por que são conhecidas algumas espécies de árvore de fruto do subgénero Prunus, incluso no género Prunus da família botânica Rosaceae (a que pertencem também a cerejeira e o pessegueiro). A ameixeira-da-baía é, contudo, do género Ximenia. O seu fruto é a ameixa.</p> <p>A espécie japonesa (Prunus serrulata), apesar do seu nome, teve a sua origem provável na China. A Prunus domestica, ou ameixeira-europeia teve origem na Ásia Menor, a sul do Cáucaso.</p> <p>É um fruto redondo com uma espécie de bico, doce e de epicarpo fino. Existem muitas variedades consoante o seu tamanho, cor, sabor e estação do ano em que se desenvolvem. Têm entre 3–6 cm de largura.</p> <p>Em 1864, já eram cultivadas 150 espécies diferentes.</p> <p><strong>Fruto</strong></p> <p>A ameixa é o fruto comestível da ameixeira. A ameixa autêntica (Prunus domestica) tem diversos nomes, que variam de acordo com o local onde ela é cultivada.</p> <p>O abrunho (Prunus insititia), também chamado de abrunho grande, abrunho de enxertar, difere da ameixa autêntica sobretudo pelo fruto, esférico e de cor violeta escura, com o caroço chato, em vez de pontiagudo, como na verdadeira ameixa.</p> <p>As ameixas são também um alimento culinário e podem ser usadas para conserva, geleia e doces. A ameixa sem semente é muito rara.</p> <p><strong>Uso medicinal</strong></p> <p>Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carboidratos, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre obstinada.</p> <p>Médicos afirmam que a ameixa fresca é um magnífico agente terapêutico contra as enfermidades causadas pelos ácidos e associadas às hiperlipidemias, principalmente pelo ácido úrico, tais como o reumatismo, a artrite, a gota; a arteriosclerose, a nefrite etc; ácidos e/ou gorduras originados por uma alimentação excessiva, à base de proteínas, gorduras saturadas e colesterol.</p> <p>A ameixa fresca é indicada contra as hemorroidas e a hipocondria.</p> <p>Sendo diurética, recomenda-se contra as afecções de caráter inflamatório das vias urinárias. É, ainda "desobstruente" do fígado, "depurativa" do sangue e "desintoxicante" do aparelho digestivo, pelo que se emprega com êxito nas afecções febris do estômago e do intestino. Também costuma ser empregada no tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.)</p> <p><strong>Valor alimentício</strong></p> <p>A ameixa, consumida ao natural, fresca, seca ou demolhada, é um alimento saboroso e saudável. É também muito apreciada em compotas, geleias, sopas, purês, ou em mistura com figos secos, passas de uvas ou nozes raladas, sendo utilizada ela seca em bolos. Por suas propriedades laxativas, convém aos intestinos preguiçosos. Mesmo crianças pequenas podem beneficiar-se da "água da ameixa" em caso de prisão de ventre.</p> <p>A ameixa, conforme a variedade, apresenta algumas diferenças de valor nutricional. Por exemplo, a ameixa-vermelha é rica em provitamina A, ao passo que as outras variedades são relativamente pobres. A ameixa-amarela é, por sua vez, mais doce e energética, além de conter um pouco mais de proteína. A ameixa-preta apresenta elevada atividade aquosa, sendo a mais apropriada para o tratamento das afecções urinárias.</p><script src="//cdn.public.n1ed.com/G3OMDFLT/widgets.js"></script>
V 197 BS (6,5g)
Sementes de Ameixa Gigante da Bósnia (Prunus domestica)
Sementes de Goji Berry Preto 1.85 - 3

Sementes de Goji Berry...

Preço 1,85 € SKU: V 36 B
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<h2><strong>Sementes de Goji Berry Preto (Lycium ruthenicum murr)</strong></h2> <h2><span style="color:#ff0000;"><strong>Preço para Pacote de 10 sementes.</strong></span></h2> <p>Esta fruta rara é rica em proteínas, polissacarídeos wolfberry, aminoácidos, vitaminas, minerais, oligoelementos e outros nutrientes, como proantocianidinas (OPC) rastrear. Procianidinas OPC é um dos limpador do radical livre solúvel em água natural mais eficaz, a sua eficácia é de 50 vezes a vitamina C e 20 vezes maior do que o conteúdo de vitamina E. O OPC de Black Goji (3690mg / 100 g) é o mais alto do mundo, mesmo superior a blueberry (3380mg / 100g).Esta planta produz um sistema radicular muito extensa, que é seca e tolerantes ao sal, pode ser usado para controle de erosão. Os frutos podem ser utilizados directamente para a preparação de infusões simplesmente mergulhando-os em água quente durante alguns minutos. Embora este fruto é tão raro e pouco estudado, é agora, aparentemente, disputando o primeiro lugar nos chamados "superalimentos".</p> <p> </p> <p>Preto Goji cresce como um arbusto e atinge uma altura de cerca de 2 m , A suculência licença é uma adaptação às condições ambientais quentes e secos em seu habitat natural mais pode ser plantado em todo Brasil inclusive em climas</p> <p> </p> <p>Amenos e temperados .</p> <p> </p> <p>A variedade mais rara e potente de Goji Berries! A coloração preta mostra a grande quantidade de antocianinas, um grupo de antioxidantes que ajudam a combater a fadiga e inflamações e a fortalecer o sistema imunológico. Black Goji berries tienen mas antocianas que as goji berries vermelhas e o açaí somados! Clima temperado.</p> <p> </p> <p><strong>Como plantar:</strong></p> <p>Começa por demolhar algumas bagas goji cerca de 8 horas para facilitar o processo de germinação (alternativamente podes colocá-las no frigorífico). Coloca as sementes em vasos num local protegido da chuva e do sol, de preferência num lugar quente. Nem todas as sementes germinarão, portanto será melhor colocar uma boa quantidade de bagas na terra. Coloca as sementes a 1-2 cm abaixo do solo e espalha um pouco de composto/fertilizante orgânico por cima delas. Rega levemente. As sementes irão geminar em 5-10 dias, dependendo da temperatura. Depois de germinadas, as plantinhas deverão ser aclimatizadas ao sol directo até estarem bem estabelecidas.Quando as folhas se desenvolverem é tempo de as transplantar para o solo do jardim ou para vasos de cerca de 10 cm. Se, no entanto, o Inverno for muito rigoroso, espera pelo início da Primavera para colocá-las lá fora. <strong>No exterior:</strong></p> <p>Preparar uma área de solo numa parte do jardim que seja muito ensolarada, preferencialmente voltada a sul e sem árvores e/ou prédios que possam fazer sombra. As gojis adoram o sol! Escolhe um pedaço de terra livre de pesticidas. As goji, tal como todas as plantas, são muito mais nutritivas, bonitas e saborosas quando plantadas sem químicos, que são absolutamente desnecessários e prejudiciais à nossa saúde e à do Planeta. Dentro de casa: Proceder da mesma forma, colocando as sementes em vasos, que serão substituídos a cada ano. Depois de germinadas, coloque os vasos em parapeitos de janelas onde as goji possam receber muito sol ou coloque os vasos no exterior. Fertilizar 1-2 vezes por ano. Tipo de terra: Moderamente rica, com matéria orgânica em abundância (composto, fertilizantes naturais) e sem tratamentos químicos. O solo deverá ter uma boa drenagem. Se a terra for muito compacta, junta areia. Água: É necessário manter a terra húmida até as gojis germinarem e estarem bem estabelecidas. As tuas bagas goji irão aparecer no segundo ano, quando podes esperar cerca de 1 a 2 kg de bagas por arbusto. Come-as directamente da planta ou seca-as para consumo posterior.</p> <p> </p> <p><strong>Ajuda germinação</strong></p> <p>Porque não tenta germinar suas sementes com pequena estufa caseira , tipo bacia e plástico de alimento cobrindo , veja a questão de luz e calor que ajuda muito, usar o giberélico na maioria dos casos (faz parte kit germinação), aconselho reidratar sementes mesmo que já sejam estratificadas, se gosta de plantar estude na internet por espécie, não siga só os manuais passados por vendedores, tente mais algumas vezes, não plante todas as sementes de uma vez só, vá aprendendo. se você não é bom em jardinagem, você pode usar algumas sementes para fazer a primeira tentativa. Como diz um velho ditado, não ponha todos os ovos na mesma cesta.</p> <table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"><tbody><tr><td colspan="2" width="100%" valign="top"> <p><span><strong>Sowing Instructions</strong></span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Propagation:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Seeds</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Pretreat:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Stratification:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>0</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>all year round</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Depth:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Cover lightly with substrate</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Sowing Mix:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Coir or sowing mix + sand or perlite</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Germination temperature:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>20-25 ° C</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Location:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>bright + keep constantly moist not wet</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Germination Time:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span> about 2-6 weeks</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong>Watering:</strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><span>Water regularly during the growing season</span></p> </td> </tr><tr><td valign="top" nowrap="nowrap"> <p><span><strong> </strong></span></p> </td> <td valign="top"> <p><br /><span><em>Copyright © 2012 Seeds Gallery - Saatgut Galerie - Galerija semena. </em><em>All Rights Reserved.</em></span></p> </td> </tr></tbody></table><p> </p>
V 36 B (10 S)
Sementes de Goji Berry Preto 1.85 - 3

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<!DOCTYPE html> <html> <head> <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" /> </head> <body> <div id="idTab1" class="rte"> <h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Sementes de Pinus sibirica</strong></span></h2> <h2><span style="color: #ff0000; font-size: 14pt;"><strong>Preço por pacote de 10 sementes.</strong></span></h2> <div>Pinus sibirica é uma espécie de pinheiro originária do Velho Mundo, mais precisamente da região da Ásia.</div> <p><span style="line-height: 1.5em;">The Siberian pine, Pinus sibirica, in the family Pinaceae is a species of pine tree that occurs in Siberia from 58°E in the Ural Mountains east to 126°E in the Stanovoy Range in southern Sakha Republic, and from Igarka at 68°N in the lower Yenisei valley, south to 45°N in central Mongolia.</span></p> <p><strong>Distribution</strong></p> <p>In the north of its range, it grows at low altitudes, typically 100–200 m, whereas further south, it is a mountain tree, growing at 1,000-2,400 m altitude. It often reaches the alpine tree line in this area. The mature size is up to 30–40 m height, and 1.5 m trunk diameter. Its maximum lifetime is 800–850 years.</p> <p><strong>Description</strong></p> <p>Pinus sibirica is a member of the white pine group, Pinus subgenus Strobus, and like all members of that group, the leaves ('needles') are in fascicles (bundles) of five, with a deciduous sheath. They are 5–10 cm long. Siberian pine cones are 5–9 cm long. The 9–12 mm long seeds have only a vestigial wing and are dispersed by spotted nutcrackers.</p> <p>Siberian pine is treated as a variety or subspecies of the very similar Swiss pine (Pinus cembra) by some botanists. It differs in having slightly larger cones, and needles with three resin canals instead of two in Swiss pine.</p> <p>Like other European and Asian white pines, Siberian pine is very resistant to white pine blister rust (Cronartium ribicola). This fungal disease was accidentally introduced from Europe into North America, where it has caused severe mortality in the American native white pines in many areas, notably the closely related whitebark pine. Siberian pine is of great value for research into hybridisation and genetic modification to develop rust resistance in these species.</p> <p><strong>Cultivation</strong></p> <p>Siberian pine, Pinus sibirica, is a popular ornamental tree in parks and large gardens where the climate is cold, such as central Canada, giving steady though not fast growth on a wide range of sites. It is very tolerant of severe winter cold, hardy down to at least –60 °C, and also of wind exposure. The seeds are also harvested and sold as pine nuts.</p> <p><strong>"Siberian cedar"</strong></p> <p>The Russian name Сибирский кедр (tr. Sibirsky kedr) is often mis-translated in English as "Siberian cedar"; references to "cedar" in texts translated from Russian usually refer to this tree or related pines, not to cedars.</p> </div> </body> </html>
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Sementes de Pinus sibirica 3.95 - 7